terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

As 56 Atitudes Infalíveis - Você S/A

Boa Tarde!

Amo a revista Você S/A.
Todos deveriam ler.

Abaixo segue o link de um artigo muito interessante.

"As 56 Atitudes Infalíveis" para evitar conflitos no trabalho, se destacar durante a crise e crescer quando ela passar.

Vale a pena conferir.

http://vocesa.abril.uol.com.br/edicoes/0128/aberto/materia/mt_420909.shtml

Um diferencial: o comprometimento!

Olá, pessoas!!

Hoje estou aqui para colocar um ponto de vista particular.
Nessa minha jornada empresarial tenho notado um problema grave em 80% dos funcionários de uma empresa: a falta de comprometimento.

Não raros são os comentários que ouvimos de alguns funcionários:

"Só estou aqui por falta de opção"

"Não saio daqui porque está cômodo para mim"

"Se eu sair dessa empresa, não sei se me adapto a outro ambiente"

"Aqui está bom... para que mexer em time que está ganhando?"

"Não procuro outro emprego porque corro o risco de lá pedirem pra eu fazer pós"

"Não procuro outro emprego porque corro o risco de lá me pedirem inglês"

"Não saio daqui porque não ligam para o fato de eu não saber mexer no excel"

"Quero ficar doente pra me afastar pelo INSS"

Várias dessas frases eu ouvi pessoalmente de alguns funcionários.
Muitos deles já não trabalham mais conosco, pois eram visivelmente funcionários improdutivos, descomprometidos com a empresa.
Pessoas assim não se motivam, por mais que a empresa os empurre, os ensine, se esforce para que evoluam.

A falta de comprometimento leva ao descaso, ao retrabalho, aos "puxões de orelha", e finalmente ao "olho da rua".

Se comprometer com a empresa é vestir a camisa, é ter vontade de batalhar por algo que você acredita que pode dar certo. Se você não acredita em si, se você não acredita no que faz, o que você está fazendo aí?

O "trabalhar apenas para ter um salário no final do mês" faz mal.
Você acha que Henry Ford trabalhava por um salário no final do mês ou ele acreditava no que fazia??

Já li muitas biografias de executivos que largaram tudo para vender artesanato. E se deram muito bem!! Se comprometeram com algo e foram em frente.
Você pode se comprometer sendo um funcionário. Não existe apenas comprometimento com um empreendimento próprio.

Você deve visualizar a oportunidade do crescimento e se envolver com o que faz.
O reconhecimento vem com o tempo. Seus superiores estão te observando, mesmo que você ache que não.

Eu sou um exemplo vivo disso.

Entrei na empresa atual depois de uma experiência traumatizante em outro emprego.
Entrei aqui desacreditada em mim, desacreditada no meu potencial.
Muitas coisas se diziam sobre esta empresa, que não aguentaria, que iria falir, que não era uma multinacional, que eu ficaria estagnada pro resto da vida, entre outros absurdos.

Muitos abandonaram o barco, mas eu não.
E não foi por falta de oportunidade, pois fiz muitas entrevistas para outros lugares e vários me chamaram para trabalhar.
Eu fiquei aqui porque EU ACREDITEI na empresa. EU VESTI A CAMISA. EU ME COMPROMETI.

E fui reconhecida depois de quase 4 anos de batalha.

Por isso, amigos, batalhem, corram, vençam, alcancem.
Acreditem em si mesmos e no lugar em que trabalham.

"O impossível só vira realidade se você estiver bem preparado quando a chance aparecer"
(Oscar Schmidt)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Mão de Obra Jovem

Olá, pessoal!!

Atualmente estou pesquisando sobre descrição de cargos.
Ao ler um capítulo do livro "Gestão de Pessoas - O Novo Papel dos Recursos Humanos nas Organizações" (Idalberto Chiavenatto, 1999), me deparei com a seguinte afirmação:

"1. Os jovens de hoje estão recebendo melhor educação e informação e deverão compor uma força de trabalho futura que certamente desejará cargos mais significativos, desafiadores e coerentes com seu padrão de formação e de conhecimento

2. As atitudes quanto à autoridade estão mudando a cada geração e as pessoas de hoje estão menos propensas do que seus antecessores a aceitar cegamente as ordens dadas por seus superiores". (página 165)

Pela primeira vez sou obrigada a discordar de Chiavenatto.

Não consigo enxergar em nosso sistema educacional uma "melhor educação" do que a que eu mesma tive. Um sistema falho, onde não existe reprova, onde não existe mais a exigência de leitura e interpretação de textos. Um sistema que não forma "pessoas pensantes", e sim robôs incapazes de questionar se o que o professor diz está certo ou errado.
Um sistema onde os professores são avaliados em provas específicas, tiram nota Zero e continuam lecionando.

Toda vez que precisamos aplicar uma redação em candidatos, chego a chorar ao corrigir as mesmas.

Eu gostaria de colocar aqui alguns trechos de redação de alguns candidatos à vaga em nosso RH.
Infelizmente me desfiz dos testes com baixíssimo nível. Mas, se tiver mais testes, não deixarei de publicá-los aqui.

Sou testemunha de que faltam pessoas qualificadas no mercado.
Sou testemunha de que nossos jovens alunos não serão capazes de encontrar uma colocação digna em seu futuro.

ps.: afinal, que país é este onde uma aluna precisa entrar na justiça para conseguir repetir de ano, pois não se sente capaz de enfrentar o ensino médio?

http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/ult10103u496927.shtml

5 frases proibidas no trabalho

Bom Dia a todos!!
Espero que tenham tido um excelente final de semana.
Hoje eu gostaria de destacar uma matéria muito interessante. Embora seja direcionada às mulheres, cabe os homens prestarem muita atenção também.
No mundo corporativo atual, homens e mulheres cada vez mais tem atitudes semelhantes, inclusive no que diz respeito a fofocas.

Vale a pena conferir as 5 frases que se deve evitar no ambiente de trabalho.
Se alguém souber de mais algumas, pode deixar anotado nos comentários!

Grande beijo.

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1. ''Chefe, a Vanessa está fazendo corpo mole''

Por que pega mal?
Ninguém gosta de trabalhar com quem fala mal dos outros pelas costas. ''O chefe e os colegas perdem a confiança em você'', diz o professor de expressão verbal Reinaldo Polito. ''A qualquer momento, você poderá falar mal deles também.''

Qual a atitude certa?
Se a colega de trabalho está mesmo fazendo corpo mole e isso prejudica o seu trabalho, converse com ela. Diga o que você pensa e explique como a falta de empenho dela atrapalha o seu rendimento. Essa é a atitude mais correta. Para o chefe, o ideal é falar somente bem das pessoas que desempenham um bom trabalho. Sobre as que não merecem o seu elogio, não fale nada.

2. ''Eu não ganho pra isso''

Por que pega mal?
Essa frase é usada como reclamação por quem não quer assumir uma tarefa de outro setor. Ela transmite uma péssima impressão, segundo Elaine Saad, vice-presidente da divisão paulista da Associação Brasileira de Recursos Humanos. ''Ela passa a imagem de alguém que se recusa a colaborar com a empresa'', diz.

Qual a atitude certa?
O funcionário não deve se limitar à sua função. Receber uma nova incumbência deve ser visto como uma oportunidade de mostrar que você pode ser ainda mais útil à empresa.

3. ''Ontem saí com um gato...''

Por que pega mal?
Os colegas de trabalho não são seus amigos. Um ou outro até pode vir a se tornar seu confidente, mas, em geral, assuntos pessoais devem ficar reservados para os encontros fora da empresa. No trabalho, essas revelações costumam se transformar em fofoca - e você corre o risco de ficar malfalada.

Qual a atitude certa?
Não fique contando detalhes sobre sua vida mais íntima. Se alguém perguntar, fale que seu relacionamento está indo muito bem. Isso vale também para outras questões de sua vida pessoal, como brigas com o marido ou o namorado. Assim, você não será alvo da maledicência alheia.

4. ''Qualquer emprego que você me der eu vou gostar''

Por que pega mal?
Se você preenche ficha ou participa de uma entrevista numa empresa, deve informar quais funções pode desempenhar bem e por quê. Quem se oferece para tudo, no fundo, demonstra estar desesperado ­- e as empresas não gostam disso.

Qual a atitude certa?
O correto é se informar sobre a empresa e, assim, falar sobre o que realmente quer, diz Sara Behmer, vice-presidente de RH da Avon.

5. ''Cheguei tarde porque o ônibus atrasou...''

Por que pega mal?
O problema, de acordo com a consultora Elaine Saad, não é usar a frase num dia em que realmente o ônibus atrasou. Mas, se você usa esse tipo de desculpa com freqüência, pega mal. O chefe percebe que você não administra bem o seu tempo e, pior, não assume os próprios erros.

Qual a atitude certa?
Administre melhor o seu tempo. O melhor a fazer é sair mais cedo de casa. Assim, você evita contratempos. Lembre-se de que o pneu do ônibus pode mesmo furar ou o metrô se atrasar. Saindo antes de casa, esses problemas não a impedirão de chegar no horário.

http://mdemulher.abril.uol.com.br/carreira-emprego/reportagem/desenvolvimento-profi/5-frases-proibidas-trabalho-419292.shtml?slide_count=0#scroll

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Especialista fala de 5 atitudes que acabam com suas chances de ganhar mais

Nessa minha jornada pelo mundo corporativo, sempre tive contato com pessoas que se destacam mais do que outras, e pessoas que não evoluem.

E sempre há o velho questionamento: "Por que ciclano sempre se dá melhor? Por que ele consegue gratificações melhores do que a minha? Por que as pessoas gostam mais dele do que de mim?"
Entre outras perguntas.

Em minha viagem matinal pela internet, encontrei um artigo muito interessante que fala exatamente sobre este assunto.
Abaixo o destaco na íntegra.

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SÃO PAULO - O mundo corporativo parece um quebra-cabeça dos mais difíceis de montar. Já parou para pensar por que algumas pessoas vivem a receber propostas excelentes de emprego, com salários igualmente satisfatórios, e outras não conseguem sair do lugar?

Por que alguns profissionais estão destinados a receber um salário mediano para o resto de suas vidas enquanto outros parecem ter nascido com toda a sorte possível? Antes de apelarmos para o horóscopo ou o tarô, na busca de alguma explicação, que tal ouvirmos a opinião de um especialista entendido de carreira?

O que está por trás do salário insatisfatório

Reinaldo Passadori, presidente do Instituto Reinaldo Passadori e autor do livro "Comunicação Essencial - Estratégias eficazes para encantar seus ouvintes", selecionou cinco tipos de profissionais que, se não mudarem suas atitudes, estarão fadados a receber um salário insatisfatório:


  1. Bajuladores: Eles não percebem que, na esfera profissional, o que se mede é o resultado advindo do trabalho com qualidade. Pessoas que tentam ganhar pontos por meio da bajulação queimam suas imagens de "bom profissional" no mercado e podem despertar nas pessoas a sensação de descrédito.


  2. Pessimistas: São pessoas que irradiam energia negativa por onde passam. Sofrem de um destempero emocional, a ponto de se descontrolarem. Elas não criam nem produzem. Na verdade, não fazem o mínimo a não ser gerar um clima destrutivo na empresa em que trabalham. Além disso, costumam ter dificuldade para se relacionar, gerando brigas, intrigas e desentendimentos no ambiente de trabalho.


  3. Mentirosos: Vários são os pontos a se atentar, no sentido de ser confiável. Em primeiro lugar, é preciso ser coerente. As ações devem estar de acordo com as palavras. É impossível a empresa acreditar naquele colaborador que mente. Ele passa a ser alguém sem crédito na empresa e também no mercado.


  4. Desorganizados: São profissionais que começam várias atividades e não terminam. A eles, faltam foco e clareza para discernirem o que é prioridade. Estão aquém daquilo que a maioria das empresas esperam, deixando o trabalho que desenvolvem incompleto, não correspondendo, portanto, às expectativas da liderança.


  5. Com visão limitada: É certo que a ambição bem medida serve como incentivo para o progresso pessoal e profissional. Já a visão limitada sobre as coisas impede que o profissional progrida, por nutrir uma zona de conforto. As pessoas que não enxergam além se acomodam com facilidade e nem sempre desenvolvem as competências que possuem. O desejo de buscar novos aprendizados e desafios não faz parte dos planos das pessoas com este perfil, o que é lamentável. Não é à toa que determinadas pessoas permanecem anos e anos na mesma empresa, apesar dos salários insatisfatórios.
http://economia.uol.com.br/planodecarreira/ultnot/infomoney/2009/02/11/ult4229u2297.jhtm